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24/11/2014 20:35 -02 | Atualizado 26/01/2017 21:52 -02

Justiça suspende processo de injúria racial contra torcedores gremistas que xingaram goleiro Aranha na Copa do Brasil

Montagem/Estadão Conteúdo

A Justiça suspendeu o processo de injúria racial por ofensas de torcedores gremistas contra o goleiro Aranha, em uma partida de agosto deste ano entre Santos e Grêmio.

Um acordo, proposto pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul, foi firmado nesta segunda-feira (24) com a defesa dos quatro torcedores indiciados. Durante dez meses, Patrícia Moreira, que foi captada pelas câmeras xingando Aranha de "macaco", e os outros três gremistas terão que se apresentar à polícia em dias de jogo do Grêmio.

Eles deverão estar na delegacia uma hora antes do início da partida e sair uma hora depois do final.

Os outros beneficiados pelo acordo são: Rodrigo Rychter, Fernando Ascal e Eder Braga. Todos foram identificados pelo circuito de TV da Arena do Grêmio.

O processo pode ser aberto novamente se os investigados não cumprirem o acordo e incorrerem em novas infrações.

Por causa das ofensas racistas ecoadas pela torcida, o Grêmio foi eliminado pela Copa do Brasil — graças à decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

(Com Agência Brasil e Estadão Conteúdo)

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