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15/10/2015 21:43 -03 | Atualizado 27/01/2017 00:31 -02

Após Sabesp, Metrô e PM, agora Alckmin quer sigilo de até 100 anos para documentos de presídios

Fernanda Calfat via Getty Images
SAO PAULO, BRAZIL - OCTOBER 31: Governor of the State of Sao Paulo, Geraldo Alckmin attends the Colcci show at Sao Paulo Fashion Week Winter 2014 on October 31, 2013 in Sao Paulo, Brazil. (Photo by Fernanda Calfat/Getty Images)

Depois de descobertas as tentativas de impor sigilo em documentos da Sabesp, do Metrô e da Polícia Militar, agora vem à tona a tentativa do governo de São Paulo de tornar sigilosa por até 100 anos a documentação da administração penitenciária. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (15) pelo SPTV, da Rede Globo.

A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado no dia 3 de setembro. Nela, a gestão Geraldo Alckmin (PSDB) propõe uma reestruturação na comissão de avaliação de documentos da Secretaria de Administração Penitenciária. A medida inclui “tabela de documentos, dados e informações sigilosas e pessoais”.

Com a tal medida, tornariam-se sigilosas as informações sobre movimentação carcerária, ações do governo contra facções criminosas e internação e desinternação do regime disciplinar diferenciado (RDD). Informações pessoais sobre funcionários também ficaram suspensas.

Depois de divulgadas as medidas, o governo tucano afirmou que vai levantar os sigilos.

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